Deus presente – Hugo Assman

Imagem: Rembrandt

Shekinah é a ideia da proximidade, enquanto morar liga-se ao chegar perto. Deus é o que vem acampar conosco, um Deus nômade e beduíno que vem, versus ontologização de Deus (do tipo filosofia grega…)

Deus beduíno é andarilho e beduíno conoso, beduínos não tem palácios ou grandiosos templos fixos. É um Deus que não se deixa aprisionar, fixar seu morar. A proximidade não fixista perpassa a espiritualidade beduína e nômade. […]

Shekinah se refere ainda ao lado feminino de Deus (não tanto o rosto materno de Deus, cf Leonardo Boff) mas Deus da ternura, a esponsalidade de Deus […]

Shekinah é Deus sempre comorante, sempre próximo, sempre perdoando, sempre misericordioso, sempre compassivo […] Shekinah é compreensão além dos limites de palavras e do gesto, Deus-coração. Deus semper indulgens.

Hugo Assman em “Deus em nós”- Editora Paulus, p.43-44

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