Felicidade

Banquete, de Renoir.

Uma gente laboriosa e mercadora; cuidam da ‘felicidade geral’;… Não, a vida me é dada uma vez, e ela nunca mais voltará: eu não quero esperar a ‘felicidade geral’. E eu mesmo quero viver, do contrário o melhor seria não viver.

Fiódor Dostoiévski em Crime e Castigo, Editora 34, página 284.

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