Quando secar o rio da minha infância – Frei Tito

criancas brincando

Quando secar o rio da minha infância
secará toda dor.
Quando os regatos límpidos de meu ser secarem
minh’alma perderá sua força.
Buscarei, então, pastagens distantes
– lá onde o ódio não tem teto para repousar.
Ali erguerei uma tenda junto aos bosques.
Todas as tardes me deitarei na relva
e nos dias silenciosos, farei minha oração.
Meu eterno canto de amor:
expressão pura da minha mais profunda angústia.

Nos dias primaverís, colherei flores
para meu jardim da saudade.
Assim, externarei a lembrança de um passado sombrio.

Paris, 12/10/1972 – Frei Tito

Crianças e adultos haitianos lendo queixas cotidianas e pequenos aborrecimentos de cidadãos de países desenvolvidos postados no Twitter

Homenagem do Caxias de Cara Nova às mulheres no 8 de março

Vídeo produzido pelo Movimento Caxias de Cara Nova em homenagem às mulheres. Direção de Tadeu Lima. Participação de Carla de Andrade Couto, Ivanete Conceição da Silva e Vera do Egito.

Vamos juntos!

24 de fevereiro de 2012: 80 anos da conquista do voto das mulheres

Sônia Mascaro Nascimento

Leolinda de Figueiredo Daltro.

Hoje, dia 24 de fevereiro de 2012, comemoramos uma importante conquista da mulher brasileira, o direito ao voto, um dos primeiros passos em nosso país para o reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres.

Apesar do movimento pelo sufrágio feminino ter tido início na década de 1910, quando a professora Leolinda de Figueiredo Daltro fundou a “Junta Feminina Pró Hermes da Fonseca”, apenas a partir de 1930 essas reivindicações tomaram corpo. Nesse contexto, Getúlio Vargas, no decreto de 24 de fevereiro de 1932, institui o Código Eleitoral Brasileiro, cujo artigo 2º disciplinava como eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo.

Mesmo com o baixo alistamento feminino ocorrido na época, considerando que não havia obrigatoriedade de voto para as mulheres, é inegável o grande passo dado Código Eleitoral de 1932 para a igualdade política entre os sexos.

A presente data é um marco e deve ser usada para refletirmos sobre o papel da mulher no Brasil hoje, em pleno século XXI.

Incontestável que tivemos grandes avanços, tanto legislativos quanto sociais, no reconhecimento de homens e mulheres como iguais. Nossa Constituição, por exemplo, afirma essa igualdade, além de rechaçar qualquer tipo de discriminação, incluindo a de gênero, e de garantir o voto universal.

Entretanto, apesar da igualdade formal entre os sexos, há ainda muito que se lutar até conquista de uma real e plena igualdade da mulher em relação ao homem.

No Brasil, o machismo ainda possui muitas faces veladas. No mercado de trabalho, por exemplo, dados de 2011 do IBGE mostraram que as mulheres ainda ganham 28% a menos que os homens, exercendo as mesmas funções. Os índices de desemprego também demonstram desigualdade, pois estão em 5,3% para homens brancos, mas em 12,5% para mulheres negras (dados de 2009 do IPEA). Sem contar que os afazeres domésticos e o cuidado com os filhos e idosos ainda recaem predominantemente sobre as mulheres.

Também na política pode ser notada a desigualdade. Mesmo tendo elegido uma Presidenta da República, o Brasil conta hoje com apenas 8,9% de mulheres no Congresso Nacional, 12% nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais, segundo dados o Governo Federal. Isso coloca o Brasil na 141ª colocação sobre presença de mulheres na política, num ranking de 188 países. Em relação à América Latina, o Brasil fica apenas à frente da Colômbia nesse quesito.

Felizmente, a tendência das últimas décadas tem sido de valorização das mulheres e de seu trabalho, assim como de incentivo para que ocupemos cada vez mais papéis de destaque e de comando em nosso país, seja em empresas privadas, seja na área pública, o que demonstra um avanço na luta pela igualdade real entre os sexos, fundamental para uma sociedade justa e democrática.

 

Sônia Mascaro Nascimento é mestre e doutora em Direito do Trabalho pela USP, membro do Instituto Ítalo-Brasileiro de Direito do Trabalho, consultora-sócia de Amauri Mascaro Nascimento e Sônia Mascaro Advogados, ex-conselheira da OAB/SP, ex-Presidenta da Comissão Trabalhista da OAB/SP e autora diversos livros e artigos – soniamascaro@aumaurimascaro.com.br

Manifestação contra o caos na gestão Zito em Duque de Caxias

Ato promete reunir inúmeras insatisfações da população na educação, transportes e recolhimento do lixo, por exemplo

Prefeitura de Caxias não paga férias e SEPE convoca manifestação!

SEPE convoca profissionais da educação e demais servidores para protesto na próxima segunda feira.

Diante de mais um desrespeito da prefeitura de Caxias para com seus servidores (o não pagamento do terço de férias), o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação está convocando um ato de protesto para a próxima segunda feira, dia 06 na Praça Roberto Silveira, no centro de Duque de Caxias.

Depois de atrasar o pagamento de dezembro, divulgar que o pagamento de janeiro só será feito nos dias 06 07 e 08 de fevereiro, a PMDC informou que não fará o pagamento das férias aos profissionais da educação. Além disso, os funcionários das firmas vivem um verdadeiro mar de incertezas: o pagamento de dezembro atrasou, o décimo terceiro ainda não saiu (alguns receberam apenas parte dele) e não há qualquer previsão para o pagamento de janeiro. Enquanto isso, a cidade está sem coleta de lixo, com a saúde pública sem recursos e as escolas sem as prometidas obras. Mesmo com todo este caos, o prefeito Zito autorizou mais um aumento no preço das passagens, provavelmente em retribuição aos brinquedos “doados” pelas empresas de ônibus para serem distribuídos nas escolas em dezembro.

Não podemos ficar parados! Precisamos nos juntar a população que está indignada pelas ruas e demonstrar publicamente toda nossa insatisfação. Não vamos pagar a conta pela má administração do governo Zito. Duque de Caxias tem dinheiro! A prefeitura tem obrigação de explicar onde está gastando os mais de 2 bilhões de orçamento público.

Além da manifestação, o SEPE prepara uma ação para cobrar o pagamento imediato das férias e uma representação no TCE questionando os contratos com as firmas que deixam trabalhadores sem pagamento.

 

Todos à Praça Roberto Silveira, segunda, dia 06, às 16 horas. Ato em defesa dos servidores municipais e contra a má administração pública em Caxias!

 

 

Massacre no Pinheirinho continua

Bom dia companheirada,
Venho aqui compartilhar um pouquinho do que vi e vivi no Pinheirinho. É um relato bem superficial, de quem não esteve presente nos trabalhos de base ou nos grandes acontecimentos, mas foi hoje buscar uma forma de ajudar e participar desta luta. Estive nos alojamentos e pude ver que a situação está bem precária:
– Todos falam baixinho sobre a morte da tal menina, de 4 anos, que eles viram ser morta pela Polícia. Quando chegam com uma câmera perto, ninguém fala mais nada sobre o assunto. Dizem que outras seis pessoas também podem ter morrido, pois não estão listadas entre feridos e, misteriosamente, não estão em nenhum hospital da área do Vale do Paraíba (São José, Taubaté, Jacareí, etc). Dizem que os mortos foram levados para São Paulo, e lá foram enterrados como indigentes, não sendo consideradas baixas de uma guerra suja. A incipiente equipe de comunicação ainda busca formas de encontrar as pessoas e divulgar ao mundo o massacre.
– O clima é de tensão na região. Passei pela área onde a Polícia havia montado a barreira, e lá ainda se parece com uma zona de guerra: vidros no chão, marcas dos carros queimados, alguns cartuchos de balas de borracha e uma população amedrontada nas redondezas (Vale do Sol, Jardim Morumbi, Campão e etc)
– A população do Pinheirinho, em si foi levada para três locais da prefeitura. A separação foi proposital, pois a militância orgânica dos movimentos, partidos e sindicatos presentes só foram autorizados a entrarem em um deles. Nos outros, ninguém entra nem para levar comida. As refeições destas pessoas são o almoço (servido às 13 horas) e a janta (às 20). Alguns militantes tentaram entrar com frutas, biscoitos para as crianças, escovas de dente, fraldas e absorventes, mas foram barrados nos outros dois alojamentos.
– A chantagem da Prefeitura é clara (e é parecida com a utilizada por Agnelo no ano passado): cansar a população, obrigando eles a ficarem nos alojamentos, aguardando o cadastro e o auxílio aluguel. Não se pode sair nem para trabalhar, fazendo com que muitos estejam perdendo seu emprego. Apenas um quarto da população que estava antes no Pinheirinho estava cadastrada na Prefeitura, e existe a chance de que apenas estes recebam o auxílio, desde que não tenham deixado os alojamentos da prefeitura em nenhum momento. Quem sair para ir à casa de um parente, ou ao Hospital, perde o lugar no cadastro e ficará sem auxílio nenhum da Prefeitura.
– A precariedade é total e os pombos que estão no local almoçam junto às crianças. Alguns pombos já mortos deixam o local ainda mais sujo. Algumas crianças estão apavoradas e precisam de acompanhamento psicológico, chorando ao verem as viaturas da Polícia Militar, que passa constantemente pelos alojamentos.
– A chantagem de não poder sair do alojamento é desumana: moradores da comunidade com Hepatite C, HIV e pneumonia convivem em uma quadra de esportes, extremamente apertados e sem acesso ao saneamento necessário para não piorar suas condições. A brigada de médicos voluntária denuncia a tentativa de contaminação coletiva da população. Uma travesti soropositiva chamada Pâmela, que está em um estado extremamente debilitado, está em um dos alojamentos isolados, sem acesso a nada, mas arriscando sua vida para não perder a “compensação” do auxílio aluguel. A equipe da saúde está em alerta, pois o quadro da travesti já é bastante difícil, agravando-se diariamente.
– O “auxílio-aluguel” em si é uma mentira descarada da prefeitura (prática comum na tentativa de minar a luta por moradia). Em alguns momentos dizem que ele será de “até quinhentos reais”, mas não especificam exatamente o valor, nem o período de duração exato, tampouco explicam como uma família de 7 pessoas pode sobreviver com esta quantia de dinheiro.
– A especulação imobiliária se aproveitou da situação e, ao ser anunciado o auxílio aluguel para as famílias, o preço da moradia disparou. Mesmo nas comunidades mais carentes, a moradia mais precária está custando o valor do auxílio aluguel que ainda nem saiu. Além disso, muitos dos despejados tiveram todos os seus documentos roubados ou tomados, então não possuem meios para conseguir um aluguel em lugar algum, ou qualquer incentivo de programas de moradia do governo.
– Tudo foi perdido na desocupação. A falsidade dos lacres nas casas não evitou o saque da Polícia e de ladrões, fazendo com que todos os que furaram o cerco da Polícia para tentar buscar seus pertences dessem de cara com casas já demolidas com tudo dentro e, as que ainda estão em pé, totalmente esvaziadas pelo saque.
– A classe média da região do Vale do Paraíba é bastante xenófoba com relação ao nordestinos que vêm das duas últimas décadas de migração. O preconceito de classe torna-se ainda mais cruel quando um Prefeito facista, Eduardo Cury, do PSDB, assume votando inclusive leis que negam o pão e o leite a “filhos de imigrantes nordestinos que não estão há mais de dois anos na cidade”. Este absurdo também é evidenciado em outras leis, como a lei municipal que afasta professores do ensino fundamental e médio por dois anos caso falem com seus alunos sobre homossexualismo.
– A imprensa daqui é implacável em desqualificar a ocupação do Pinheirinho, dizendo que era terra de traficantes, de desocupados e malandros. A TV Vanguarda (filiada da Rede Globo) possui uma sintonia muito grande com a Prefeitura, repetindo à risca as mentiras da prefeitura, dizendo que não houve feridos e que a desocupação estava dentro da legalidade.
– Em mais uma estratégia vil do governo, eles estão fornecendo passagem só de ida de graça para quem quiser voltar ao Nordeste. As passagens são distribuídas nos alojamentos, aliciando a população a abandonar tudo e voltarem para seus estados de origem.
– O MTST, o Sindicato dos Metalúrgicos (que é filiado à Conlutas), PSTU e PSOL são as organizações que fazem grande parte do trabalho de base aqui. A perseguição é grande contra os companheiros do MTST, que foram diversas vezes ameaçados pela Polícia. O que vemos é que aqui, onde as dificuldades são muito grandes, há uma tentativa legítima de articulação e união de forças das organizações (facilitada pela fraqueza e incapacidade do PT local em aparelhar o espaço).
– Em assembleia feita ontem com cerca de 1300 pessoas, foi deliberada a realização de um GRANDE ATO na quinta-feira, às nove horas da manhã, com a vinda em massa de caravanas dos movimentos de São Paulo e Rio para denunciar o massacre e cobrar a punição aos culpados. É fundamental que possamos auxiliar neste ato, mesmo que seja à distância (realizando um ato paralelo, enviando recursos para a realização do ato ou vindo pessoalmente para cá para participar dele).
– As perspectivas a curto prazo não são tão boas, pois a estratégia do governo em cansar a população através do chantagem do cadastro, do alojamento precário, da mentira do auxílio-aluguel, das passagens, da pressão policial e todas as outras violações dos direitos humanos têm dado duros golpes na organização. A grande esperança é que este ato de quinta-feira possa trazer uma nova motivação para a população, que está em choque.
– As dificuldades de encontrar e contabilizar os mortos e feridos no confronto, e garantir o acesso aos alojamentos isolados precisam ser denunciadas com urgência. Precisamos encontrar formas de contar a verdade à população sobre o que aconteceu e está acontecendo aqui.
Estes são alguns dos elementos que trago para a reunião de terça-feira (que farei o possível para estar presente). Temos muito o que fazer para ajudar a população daqui, que, assim como no DF, tem a luta por moradia como sua sina e um passo fundamental na luta por sua definitiva libertação!
Um forte abraço!
Thiago Ávila

Educação de Qualidade com salas Superlotadas?

Prefeitura descumpre acordo de data-base, inventa desculpas e quer fazer economia aumentando o trabalho dos profissionais da educação:

Como se não bastassem as várias tarefas para fechar o ano letivo, nas últimas semanas os profissionais da educação de Duque de Caxias estão enfrentando mais um ataque da administração Zito à educação pública municipal: a ampliação do número de alunos por turma. Alegando problemas legais e pressões do governo federal, a SME enviou para as escolas uma resolução de matrículas ” que autoriza o funcionamento de turmas de até 40 alunos e retirava a conquista da redução do quantitativo em caso de aluno incluso. Para denunciar este absurdo e tentar reverter este ataque, mais de 60% das escolas paralisaram suas atividades e cerca de 600 profissionais realizaram uma passeata pelo centro da cidade no último dia 23 de novembro. Duas reuniões foram realizadas. Na primeira, a equipe da SME (a Secretária Roberta estava entregando “presentes” nas escolas) não conseguiu disfarçar o constrangimento de tentar explicar uma medida que vai contra qualquer concepção pedagógica séria: aumentar o número de alunos como forma de combater a evasão escolar (como afirmava o comunicado da própria SME). As subsecretárias apelaram então para a retórica: mesmo que a lei permita, a realidade não será assim. Deve ser a primeira vez na história do Brasil que um governo estabelece uma regra pior do que a realidade e tenta convencer que as coisas vão melhorar. A pergunta que cada um de nós deve fazer é a seguinte: se não há desejo de aumentar o número de alunos por turma, porque alterar a regra?
Cabe esclarecer que todos os argumentos utilizados pela SME foram derrubados: não existe determinação do Educacenso, Fundeb ou de qualquer órgão do MEC sobre número mínimo de alunos por turma e a reunião do Conselho Municipal de Educação do dia 24/11 poderia ter “legalizado” uma resolução de matrícula que respeitasse os acordos feitos até então. E o CME não o fez justamente porque todos os membros da SME votaram a favor da nova resolução que estabelece até 40 alunos em sala. Isso prova que aumentar o número de alunos por turma foi (e é) uma OPÇÃO POLÍTICA E ECONÔMICA da administração Zito e você, professor, é quem vai pagar o pato.
Comissão de Educação convoca Secretária:
Outra reunião ocorrida no dia da paralisação envolveu os vereadores da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores. Diante do exposto pelo sindicato, a Comissão resolveu aprovar a convocação da Professora Roberta Barreto para uma audiência pública na Câmara para dar explicações sobre esta medida desastrosa para a população de Duque de Caxias. É mais do que fundamental que todos os profissionais que puderem estejam nesta audiência para protestar, cobrar e pressionar a prefeitura a revogar esta medida e voltar atrás. É a qualidade do nosso trabalho que está em jogo! Acontecerá dia 14 de dezembro, às 17 horas.

O que está em jogo: seu trabalho X economia de recursos em ano eleitoral:


A prefeitura não tem mais como esconder: depois de passar um ano inteiro enrolando para realizar o concurso da educação, agora tenta diminuir a necessidade de professores (de salas e de escolas), aumentando a quantidade de alunos em cada turma, mesmo que isso signifique piorar a qualidade da educação das crianças e jovens de nossa cidade. Colocando cinco alunos a mais em cada turma, o governo pode contratar menos professores, construir menos salas e menos escolas, sobrando dinheiro para reformar praças e fazer propaganda dizendo que ampliou as vagas na rede municipal. E a SME ainda quer que treinemos os alunos para fazer a prova Brasil para que o município fique bem na fita! Não se deixe enganar!
Saiba como votaram os membros do Conselho Municipal de Educação:
A principal desculpa da SME para aumentar o número de alunos por turma na rede era que a última resolução de matrícula aprovada pelo Conselho Municipal de Educação (CME) havia sido votada em 2005 e que, portanto, era esta resolução que estava legalmente valendo. Pois bem, no dia 24 de novembro, por iniciativa da representante do SEPE, o CME pautou esta questão e poderia ter aprovado uma nova resolução que contemplasse as negociações das datas-base entre 2006 e 2010. Mas, nesta reunião caiu a máscara da SME, pois todos os seus representantes votaram para aumentar o número de alunos em turma. Vejam como votaram os conselheiros:

A favor

do aumento o número de alunos em 2012:
Ângela Lomeu – SME
Fabrício Gaspar Rodrigues – SME/Sec.Governo
Rogéria de Lima Pedra – SME
Sonia Pegoral – SME
Leila T. S. Fardim- Diretora da Escola M. Eulina Pinto (indicada pela SME)
Erick Lima – UEDC
Janete S. Reis – SINPRO Baixada
Sandra Amorin – Metro V (Gov Estadual)

A favor da manutenção do quantitativo que vigorou em 2011:
Carla Couto – SEPE
Arilson M. Sá – MUB (Ass. de Moradores)
Sidney C. Neves – APAEP (Pais e Amigos da Escola Pública)


É preciso se preparar: outros ataques (e outras lutas) virão!
Diante deste quadro, o que podemos esperar para essa rede no ano que vem? Como será o calendário letivo para 2012? Teremos tempo suficiente para a realização do planejamento anual, preenchimento de relatórios e para as reuniões pedagógicas ao longo do ano? Ou só seremos cobrados para que as escolas obtenham resultados em avaliações externas, como Prova Caxias e Prova Brasil, que são utilizadas para rankear, classificar, comparar e culpabilizar a escola e os profissionais pelo fracasso da educação? Enquanto falta quase tudo nas escolas, enquanto os profissionais compram materiais para trabalhar, enquanto as escolas fazem “vaquinha” e “brechó” para ter água potável e um trocadinho para os pequenos reparos do dia a dia, o prefeito e a secretária visitam as unidades escolares distribuindo brinquedos aos alunos da rede, afirmando que as medidas adotadas pela secretaria de educação visam a busca pela qualidade no ensino. Você acredita?
Enquanto não houver investimento real na infra-estrutura das escolas e nos recursos pedagógicos necessários e indispensáveis para que aconteça uma educação de qualidade, incluindo um quantitativo de alunos adequado à realidade das escolas, o discurso desse governo só pode ser classificado como politicagem com a educação! O projeto educacional construido pela sociedade duquecaxiense é o Plano Municipal de Educação que a prefeitura engavetou e se recusa a enviar para a Câmara. O Sepe e os profissionais da Educação deste município continuarão denunciando nas praças, nas ruas, e no diálogo com os pais e com a população a realidade que vivenciamos cotidianamente nas nossas escolas!

TODOS À CÂMARA DE VEREADORES, NO DIA: 14 DE DEZEMBRO DE 2011 ÀS 17 h PARA AUDIÊNCIA PÚBLICA COM A SECRETÁRIA ROBERTA! É HORA DE PROTESTAR, DENUNCIAR E COBRAR!

      REDE DE EDUCADORES

SEPE – D. CAXIAS

Tel.: 2671-1709


25 de novembro: Dia Internacional pela não Violência Contra as Mulheres

Data foi estabelecida no Primeiro Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe realizado em Bogotá, Colômbia, em 1981, em homenagem às irmãs Mirabal

Las Mariposas, como eram conhecidas as irmãs Mirabal – Patria, Minerva e Maria Teresa – foram brutalmente assassinadas pelo ditador Trujillo em 25 de novembro de 1960 na República Dominicana. Neste dia, as três irmãs regressavam de Puerto Plata, onde seus maridos se encontravam presos. Elas foram detidas na estrada e foram assassinadas por agentes do governo militar. A ditadura tirânica simulou um acidente.

Minerva e Maria Teresa foram presas por diversas vezes no período de 1949 a 1960. Minerva usava o codinome “Mariposa” no exercício de sua militância política clandestina.

Este horroroso assassinato produziu o rechaço geral da comunidade nacional e internacional em relação ao governo dominicano, e acelerou a queda do ditador Rafael Leônidas Trujillo.

Lei Maria da Penha
Embora tenha avançado em relação à antiga lei da cesta básica, essa lei não garante de fato a punição ao agressor, assim como não garante os serviços essenciais à mulher que sofre agressão, como casas abrigo, creches, assistência médica e psicológica, centros de Referência com profissionais capacitados e estabilidade remunerada no emprego. As consequências disso já podem ser conferidas. Segundo o Conselho da Mulher do Distrito Federal, o número de denúncias caiu, mas não porque diminuiu a violência, mas porque as mulheres se sentem mais vulneráveis diante dessa lei.

Além disso, não vemos uma política específica e, muito menos, crescer as verbas destinadas ao combate á violência contra a mulher em Duque de Caxias.

#Atividades:

> Amanhã, sexta, 25/11/2011, às 6 da matina estaremos panfletando na rodoviária do Shopping Center, Centro de Duque de Caxias.

> Sábado, 26/11/2011, Consulta Popular com lembrança do dia 25 de novembro, a partir das 9h, na Estátua do Zumbi, Calçadão de Caxias, esquina da Avenida Nilo Peçanha com Rua José de Alvarenga, Centro, Duque de Caxias.

Duque de Caxias: brincando de educar

O prefeito de Duque de Caxias José Camilo Zito dos Santos e sua comitiva estão percorrendo as escolas do município distribuindo brinquedos para os alunos da rede pública.

O SEPE CAXIAS PERGUNTA?

De onde vem a verba usada para compra destes brinquedos?

Por que esta verba não é usada na compra de materiais escolares em falta nas escolas?

Por que não foi  usada para compra de uniformes escolares para este ano letivo?

Por que não é usada para melhoria da merenda escolar e na construção de novas escolas?

Por que não é usada na construção de cisternas para evitar as constantes falta d’água nas UEs?

 

Enfim, são tantos os “porquês”…  Alguém deve explicar isso!

A direção do Sepe Caxias informa que irá fazer uma denúncia formal ao ministério público sobre mais esta ação da PMDC e a Câmara de vereadores.  Denunciando, também, que a secretaria de Educação anunciou na imprensa o aumento de 16 mil vagas na rede municipal por conta do aumento do número de alunos por salas, provocando super lotação das salas, sem respeitar a realidade, inclusive física, de cada UE.

Neste sentido, o Sepe Caxias, convoca a categoria da Rede Municipal para uma paralisação de vinte quatro horas amanhã (23/11/11) com ato às 13 horas na SME, concentração na Praça Roberto Silveira.

* CONTRA A SUPERLOTAÇÃO DAS NOSSAS TURMAS;

* CONTRA A REDUÇÃO DO EJA;

* POR MATERIAL E OBRAS NAS ESCOLAS;

* CONTRA A FALTA D’ÁGUA;

* POR AUMENTO DA VERBA PRA EDUCAÇÃO;

* POR AMPLIAÇÃO IMEDIATA DA REDE.

Maiores informações: Secretaria de Comunicação Sepe- Caxias   7712-8256 ( Ricardo Fonseca )

Democracia racial: uma fábula a serviço de quem?

Atitude é tudo!

Entenda como a força do povo está no número, quando se organiza e se mobiliza tem força:

1ª Declaração Oficial do Movimento de Ocupação de Wall Street #OccupyWallStreet

Vejam este documento histórico  e entendam porque a “primavera árabe”, “los indignados” de Madrid, “rioters” de Londres, e a ocupação de NY têm uma causa comum. DECLARAÇÃO DA OCUPAÇÃO DA CIDADE DE NOVA YORK

Ao nos reunirmos em solidariedade para expressar um sentimento de injustiça massiva, não devemos perder de vista aquilo que nos reuniu. Escrevemos para que todas as pessoas que se sentem atingidas pelas forças corporativas do mundo saibam que somos suas aliadas.

Unidos como povo, reconhecemos a realidade: que o futuro da raça humana exige a cooperação de seus membros; que nosso sistema deve proteger nossos direitos e que, ante a corrupção desse sistema, resta aos indivíduos a proteção de seus próprios direitos e daqueles de seus vizinhos; que um governo democrático deriva seu justo poder do povo, mas as corporações não pedem permissão para extrair riqueza do povo e da Terra; e que nenhuma democracia real é atingível quando o processo é determinado pelo poder econômico.

Nós nos aproximamos de vocês num momento em que as corporações, que colocam o lucro antes das pessoas, o interesse próprio antes da justiça, e a opressão antes da igualdade, controlam nosso governo. Nós nos reunimos aqui, pacificamente, em asssembleia, como é de direito nosso, para tornar esses fatos públicos.

Elas tomaram nossas casas através de um processo de liquidação ilegal, apesar de que não eram donos da hipoteca original.

Elas receberam impunemente socorro financeiro tirado dos contribuintes, e continuam dando bônus exorbitantes a seus executivos.

Elas perpetuaram a desigualdade e a discriminação no local de trabalho, baseados em idade, cor da pele, sexo, identidade de gênero e orientação sexual.

Elas envenenaram a oferta de comida pela negligência e destruíram a agricultura familiar através do monopólio.

Elas lucraram com a tortura, o confinamento e o tratamento cruel de incontáveis animais não-humanos, e deliberadamente escondem essas práticas.

Elas continuamente arrancaram dos empregados o direito de negociar melhores salários e condições de trabalho mais seguras.

Elas mantiveram os estudantes reféns com dezenas de milhares de dólares em dívidas pela educação, que é, em si mesma, um direito humano.

Elas consistentemente terceirizaram o trabalho e usaram essa terceirização como alavanca para cortar salários e assistência médica dos trabalhadores.

Elas influenciaram os tribunais para que tivessem os mesmos direitos que os seres humanos, sem qualquer das culpabilidades ou responsabilidades.

Elas gastaram milhões de dólares com equipes de advogados para encontrar formas de escapar de seus contratos de seguros de saúde.

Elas venderam nossa privacidade como se fosse mercadoria.

Elas usaram o exército e a polícia para impedir a liberdade de imprensa.

Elas deliberadamente se recusaram a recolher produtos danificados que ameaçavam as vidas das pessoas, tudo em nome do lucro.

Elas determinaram a política econômica, apesar dos fracassos catastróficos que essas políticas produziram e continuam a produzir.

Elas doaram enormes quantidades de dinheiro a políticos cuja obrigação era regulá-las.

Elas continuam a bloquear formas alternativas de energia para nos manter dependentes do petróleo.

Elas continuam a bloquear formas genéricas de remédios que poderiam salvar vidas das pessoas para proteger investimentos que já deram lucros substanciais.

Elas deliberadamente esconderam vazamentos de petróleo, acidentes, arquivos falsificados e ingredientes inativos, tudo na busca do lucro.

Elas deliberadamente mantiveram as pessoas malinformadas e medrosas através de seu controle da mídia.

Elas aceitaram contratos privados para assassinar prisioneiros mesmo quando confrontadas com dúvidas sérias acerca de sua culpa.

Elas perpetuaram o colonialismo dentro e fora do país.

Elas participaram da tortura e do assassinato de civis inocentes em outros países.

Elas continuam a criar armas de destruição em massa para receber contratos do governo.

Para os povos do mundo,

Nós, a Assembleia Geral de Nova York que ocupa Wall Street na Praça Liberdade, os convocamos a que façam valer o seu poder.

Exercitem o seu direito a assembleias pacíficas; ocupem os espaços públicos; criem um processo que lide com os problemas que enfrentamos; e gerem soluções acessíveis a todos.

A todas as comunidades que formem grupos e ajam no espírito da democracia direta, nós oferecemos apoio, documentação e todos os recursos que temos.

Juntem-se a nós e façam com que suas vozes sejam ouvidas.

Estas demandas não são exaustivas.

* Tradução de Idelber Avelar.

Fonte em português: Revista Forum  Fonte em inglês: Occupywallstreet

PROPOSED LIST OF DEMANDS (please help edit/add so this can be submitted for consideration to those maintaining the official list)

Posted 5 days ago by 

(Please click on this link if you haven’t yet read the introduction called “OUR TURN”: https://occupywallst.org/forum/our-turn/ . Feel free to share this link with anyone you like).

TACTICS FOR “DEMANDS FOR CONGRESS”

We should make the demands below very publicly at a press conference a few days after arriving in DC. When doing so, we should give a clear deadline of 3 days for a firm written commitment with signatures from at least 60% of members of House and 60% of the members of the Senate to pass these bills by the end of the year. If this commitment on the full slate of demands is not met by midnight on the 3rd day (which it won’t be) we should be prepared to non-violently block access to all or part of the Capitol complex the next morning by traditional proven non-violent tactics. The purpose is to bring the leaders of the House and Senate to the negotiating table.

NOTE: There are always entrances because there is always a point where people who work there have to leave the public street and enter secure space. We should focus our non-violent direct action and civil disobedience on those entrances no matter where they move them because these are, by definition, always accessible.

LIST OF PROPOSED “DEMANDS FOR CONGRESS”

  1. CONGRESS PASS HR 1489 (“RETURN TO PRUDENT BANKING ACT” http://www.govtrack.us/congress/bill.xpd?bill=h112-1489 ). THIS REINSTATES MANY PROVISIONS OF THE GLASS-STEAGALL ACT. http://en.wikipedia.org/wiki/Glass–Steagall_Act — Wiki entry summary: The repeal of provisions of the Glass–Steagall Act of 1933 by the Gramm–Leach–Bliley Act in 1999 effectively removed the separation that previously existed between investment banking which issued securities and commercial banks which accepted deposits. The deregulation also removed conflict of interest prohibitions between investment bankers serving as officers of commercial banks. Most economists believe this repeal directly contributed to the severity of the Financial crisis of 2007–2011 by allowing Wall Street investment banking firms to gamble with their depositors’ money that was held in commercial banks owned or created by the investment firms. Here’s detail on repeal in 1999 and how it happened: http://en.wikipedia.org/wiki/Glass–Steagall_Act#Repeal .
  2. USE CONGRESSIONAL AUTHORITY AND OVERSIGHT TO ENSURE APPROPRIATE FEDERAL AGENCIES FULLY INVESTIGATE AND PROSECUTE THE WALL STREET CRIMINALS who clearly broke the law and helped cause the 2008 financial crisis in the following notable cases: (insert list of the most clear cut criminal actions). There is a pretty broad consensus that there is a clear group of people who got away with millions / billions illegally and haven’t been brought to justice. Boy would this be long overdue and cathartic for millions of Americans. It would also be a shot across the bow for the financial industry. If you watch the solidly researched and awared winning documentary film “Inside Job” that was narrated by Matt Damon (pretty brave Matt!) and do other research, it wouldn’t take long to develop the list.
  3. CONGRESS ENACT LEGISLATION TO PROTECT OUR DEMOCRACY BY REVERSING THE EFFECTS OF THE CITIZENS UNITED SUPREME COURT DECISION which essentially said corporations can spend as much as they want on elections. The result is that corporations can pretty much buy elections. Corporations should be highly limited in ability to contribute to political campaigns no matter what the election and no matter what the form of media. This legislation should also RE-ESTABLISH THE PUBLIC AIRWAVES IN THE U.S. SO THAT POLITICAL CANDIDATES ARE GIVEN EQUAL TIME FOR FREE AT REASONABLE INTERVALS IN DAILY PROGRAMMING DURING CAMPAIGN SEASON. The same should extend to other media.
  4. CONGRESS PASS THE BUFFETT RULE ON FAIR TAXATION SO THE RICH AND CORPORATIONS PAY THEIR FAIR SHARE & CLOSE CORPORATE TAX LOOP HOLES AND ENACT A PROHIBITION ON HIDING FUNDS OFF SHORE. No more GE paying zero or negative taxes. Pass the Buffet Rule on fair taxation so the rich pay their fair share. (If we have a really had a good negotiating position and have the place surrounded, we could actually dial up taxes on millionaires, billionaires and corporations even higher…back to what they once were in the 50′s and 60′s.
  5. CONGRESS COMPLETELY REVAMP THE SECURITIES AND EXCHANGE COMMISSION and staff it at all levels with proven professionals who get the job done protecting the integrity of the marketplace so citizens and investors are both protected. This agency needs a large staff and needs to be well-funded. It’s currently has a joke of a budget and is run by Wall St. insiders who often leave for high ticket cushy jobs with the corporations they were just regulating. Hmmm.
  6. CONGRESS PASS SPECIFIC AND EFFECTIVE LAWS LIMITING THE INFLUENCE OF LOBBYISTS AND ELIMINATING THE PRACTICE OF LOBBYISTS WRITING LEGISLATION THAT ENDS UP ON THE FLOOR OF CONGRESS.
  7. CONGRESS PASSING “Revolving Door Legislation” LEGISLATION ELIMINATING THE ABILITY OF FORMER GOVERNMENT REGULATORS GOING TO WORK FOR CORPORATIONS THAT THEY ONCE REGULATED. So, you don’t get to work at the FDA for five years playing softball with Pfizer and then go to work for Pfizer making $195,000 a year. While they’re at it, Congress should pass specific and effective laws to enforce strict judicial standards of conduct in matters concerning conflicts of interest. So long as judges are culled from the ranks of corporate attorneys the 1% will retain control.
  8. ELIMINATE “PERSONHOOD” LEGAL STATUS FOR CORPORATIONS. The film “The Corporation” has a great section on how corporations won “personhood status”. http://www.youtube.com/watch?v=8SuUzmqBewg . Fast-forward to 2:20. It’ll blow your mind. The 14th amendment was supposed to give equal rights to African Americans. It said you “can’t deprive a person of life, liberty or property without due process of law”. Corporation lawyers wanted corporations to have more power so they basically said “corporations are people.” Amazingly, between 1890 and 1910 there were 307 cases brought before the court under the 14th amendment. 288 of these brought by corporations and only 19 by African Americans. 600,000 people were killed to get rights for people and then judges applied those rights to capital and property while stripping them from people. It’s time to set this straight.

NOTE 1: This is from Martin Luther King, Jr.’s “Letter from the Birmingham Jail”:

“Nonviolent direct action seeks to create such a crisis and foster such a tension that a community which has constantly refused to negotiate is forced to confront the issue. It seeks to so dramatize the issue that it can no longer be ignored. My citing the creation of tension as part of the work of the nonviolent-resister may sound rather shocking. But I must confess that I am not afraid of the word “tension.” I have earnestly opposed violent tension, but there is a type of constructive, nonviolent tension which is necessary for growth. Just as Socrates felt that it was necessary to create a tension in the mind so that individuals could rise from the bondage of myths and half-truths to the unfettered realm of creative analysis and objective appraisal, we must we see the need for nonviolent gadflies to create the kind of tension in society that will help men rise from the dark depths of prejudice and racism to the majestic heights of understanding and brotherhood.”

“The purpose of our direct-action program is to create a situation so crisis-packed that it will inevitably open the door to negotiation. I therefore concur with you in your call for negotiation.”

Here’s the entire “Letter from the Birmingham Jail”: http://abacus.bates.edu/admin/offices/dos/mlk/letter.html . It’s a treasure and is as timely as ever.

NOTE 2: Here’s a short video from BBC to inspire you. It gets pretty extraordinary about halfway through: http://youtu.be/lqN3amj6AcE

NOTE 3: If you haven’t seen these 3 award winning documentaries — INSIDE JOB, THE CORPORATION, and WHY WE FIGHT — I highly recommend them.

NOTE 4: There needs to be a very well researched and concise addendum that contains a list of the top 50 corporate crimes / harmful actions during the past 15 years. This ought to really blow people away and will help increase support both on the ground in DC and in living rooms across America as the story unfolds. We can’t assume everyone knows why these demands are necessary. We must demonstrate.

“Occupy Wall Street” protesters march and hold signs in New York City on September 17, 2011. Frustrated protesters have been speaking out against corporate greed and social inequality on and near Wall Street for the past two weeks. Original here. (CC BY SA Carwil Bjork-James)

Protesters with Occupy Wall Street march up Wall Street towards the New York Stock Exchange in Manhattan, on Monday, September 26, 2011, in New York. (AP Photo/Louis Lanzano) #

In the midst of protests, New York City police officers stand near barricades surrounding “Charging Bull”, the 7,100 lb bronze sculpture that symbolizes Wall Street and New York’s financial district. September 17, 2011. Original here. (CC BY David Shankbone) #

People protesting the economic system flood financial district sidewalks as office workers head to work on September 19, 2011 in New York City. (Michael Nagle/Getty Images) #

An Occupy Wall Street protester wearing an “anonymous” Guy Fawkes mask holds up a sign in New York’s financial district on September 17, 2011. Original here. (CC BY SA Carwil Bjork-James) #

Police officers erected barricades as people protesting the economic system flooded financial district streets and sidewalks while office workers headed to work on September 19, 2011 in New York City. (Michael Nagle/Getty Images) #

New York City police officers use a flexible orange net to block and pen in Occupy Wall Street demonstrators and some curious onlookers as well. Photo taken on September 25, 2011. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

People protesting the economic system walk on a financial district sidewalk as office workers head to work on September 19, 2011 in New York City. (Michael Nagle/Getty Images) #

Businessmen look at demonstrators opposed to corporate greed on a Wall Street march in the Financial District on September 26, 2011 in New York City. (Spencer Platt/Getty Images) #

Police arrest a person in New York City, during an Occupy Wall Street march, on September 25, 2011. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

Police detain a woman in New York City, during an Occupy Wall Street march, on September 25, 2011. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

Police arrest a man in New York City, during an Occupy Wall Street march, on September 25, 2011. The officer at right has been identified as Deputy Inspector Anthony Bologna, who appeared to have pepper-sprayed several peaceful protesters in a number of videos found on YouTube. The NYPD has launched an internal probe into the allegations. Video of the incident can be seen here. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

Milk pours down a man’s face, used to treat his eyes, which were affected by pepper spray used during an Occupy Wall Street protest on September 25, 2011, in New York City. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

Demonstrators protesting corporate greed march from nearby Zucotti park to Wall Street amid heavy police presence, on September 20, 2011, in New York City. (AP Photo/John Minchillo) #

Participants in the Occupy Wall Street protest set up laptop computers in New York’s financial district, on September 20, 2011. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

A reporter with Russian Television International speaks to Occupy Wall Street protesters who have camped out in New York’s financial district on September 20, 2011. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

Former New York Governor David Paterson (center) stops to talk to demonstrators from the Occupy Wall Street campaign in Zucotti Park near the financial district of New York, on September 29, 2011. (Reuters/Lucas Jackson) #
A protest sleeps in Zuccotti Park in New York City on September 19, 2011, where demonstrators against the economic system have been gathering since Saturday the 17th. (Michael Nagle/Getty Images) #

A reporter speaks to a video camera in front of Occupy Wall Street protesters in New York, on September 19, 2011. Original here. (CC BY Paul Weiskel) #

Demonstrators gather to call for the occupation of Wall Street, Saturday, September 17, 2011, in New York City. (AP Photo/Frank Franklin II) #

An Occupy Wall Street protester speaks to New York City police officers on September 17, 2011. Original here. (CC BY SA Mike Fleshman) #

Philosopher Cornel West (center) stops to talk to demonstrators from the Occupy Wall Street campaign in Zucotti Park near the financial district of New York, on September 29, 2011. (Reuters/Lucas Jackson) #

A protester holds up a sign in Zuccotti Park, in New York City, on September 28 2011. Original here. (CC BY David Shankbone) #
Filmmaker Michael Moore waves during a visit to the Occupy Wall Street protest in Zuccotti Park in New York, on September 26, 2011. The protesters, many of whom are camping out in the lower Manhattan plaza to speak out against corporate greed and social inequality, got a morale boost from Moore, who told the crowd they were the start of something big. (AP Photo/Stephanie Keith) #

A protester from the Occupy Wall Street campaign sleeps underneath a plastic sheet in Zuccotti Park near the financial district of New York, on September 29, 2011. (Reuters/Lucas Jackson) #

Morning commuters walk past Occupy Wall Street campaign protesters sleeping in Zuccotti Park, near Wall Street in New York, on September 27, 2011. (Reuters/Brendan McDermid) #

Chris Parisi (center) stands with a sign in Zucotti Park during a demonstration by the Occupy Wall Street campaign near the financial district of New York, on September 29, 2011. (Reuters/Lucas Jackson) #

Demonstrators opposed to corporate profits on Wall Street march in the Financial District on September 26, 2011 in New York City. (Spencer Platt/Getty Images) #

Police carry away a participant in a march organized by Occupy Wall Street in New York on Saturday September 24, 2011. (AP Photo/Tina Fineberg) #
A protester with Occupy Wall Street holds up a sign and an American flag on September 26, 2011, in New York City. Original here. (CC BY Sasha Kimel) #

Across the country, in San Francisco, Nick Galloro, of Berkeley, holds a sign during a rally against banking institutions as part of the Occupy Wall Street campaign in California, on September 29, 2011. (Reuters/Stephen Lam) #

A group of demonstrators scuffles with a Charles Schwab employee (right) at the door during a rally against banking institutions as part of the Occupy Wall Street campaign in San Francisco, California, on September 29, 2011. (Reuters/Stephen Lam) #
A group of demonstrators are detained by police inside a Chase banking center during a rally against banking institutions as part of the Occupy Wall Street campaign in San Francisco, California, on September 29, 2011. The demonstrators were later released. (Reuters/Stephen Lam) #

Brenda Reed (center), speaks after being released by the police after earlier being detained while protesting inside a Chase banking center during a rally against banking institutions in San Francisco, California, on September 29, 2011. (Reuters/Stephen Lam) #

A woman holds up a sign reading “Compassion is Revolutionary” during the Occupy Wall Street protests happening in Zuccotti Park, in the financial district of New York, on September 26, 2011. Original here. (CC BY SA Paul Stein) #

Programa nacional do PSOL na TV

Democracia para valer, só quando a praça for ouvida nos palácios do poder!

Onde tem gente lutando, pode crer: o PSOL aí está!

Corrupção vem também do financiamento milionário das campanhas. Você vota, mas quem ganha são as empreiteiras.

Veja, reveja, comente e espalhe o programa nacional do PSOL:

Quase um milhão de pessoas pela educação pública no Chile – 21/08/2011

Há quase 2 meses em greve, professores RJ recebem proposta de 3,5% de reajuste e corte dos pontos

Após quase dois meses de greve, os professores do estado do Rio de Janeiro terão um reajuste de 3,5% a partir de setembro – valor distante dos 26% que a classe reivindicava. A medida é uma das que foram apresentadas pelo secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, que afirmou ainda que a partir desta segunda-feira (1º) quem permanecer em greve será descontado no salário. “Quem faltar, terá seu ponto cortado. E temos ações para substituí-los”, disse ele.


‘É um deboche’, dizem professores

Mais de 40 barracas seguem montadas na Rua da Ajuda nesta segunda-feira (1º). O grupo, que segue no local há vinte dias, classificou como “deboche” o reajuste apresentado pelo governo.

“Acho muito legal ele (secretário) ter se mexido e dado um passo, mas isso é um deboche”, definiu Roberto Simões, professor de educação física do Colégio estadual João Alfredo, em Vila Isabel, na Zona Norte da cidade. Com 27 anos na escola, o salário atual dele é de R$ 1.204,78. Alunos também protestam no local.

Segundo a categoria, a greve vai continuar apesar do anúncio do corte do ponto. “A gente não pode andar pra trás, vamos continuar a greve”, disse a professora de matemática Fabiana Gonzaga, acrescentando que a escola João Alfredo está sem água.

Ao saber do reajuste de 3,5%, a diretora do Sepe-RJ, Maria Oliveira da Penha, professora aposentada, fez duras críticas ao secretário. “Ele não cumpriu uma promessa feita. Com esse reajuste, vai continuar o acampamento até 2014, pode ter certeza”.

Greve há quase 2 meses

A categoria paralisou as atividades em sala de aula no dia 7 de junho. O ápice da greve foi no dia 12 de julho, quando um grupo invadiu o prédio da Secretaria de Educação, no Centro da cidade. O tumulto foi contido pelo Batalhão de Choque, que chegou a jogar gás de pimenta para dispersar a multidão.

Do lado de fora do prédio, um grupo decidiu, em protesto, ficar acampado até ser recebido pelo secretário de Educação.

No dia 15 de julho, após uma assembleia do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe), os professores decidiram continuar a greve na rede estadual de ensino do Rio.

Fonte: http://psol50.org.br

Camila Vallejo: o rosto e a voz da nova geração política chilena

30/07/2011 | Victor Farinelli | Santiago

Ela nasceu num Chile que exigia mudanças, cinco meses antes do plebiscito (abril de 1988) que marcou o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990). Aos 23 anos, a estudante universitária diz sentir que sua geração desperta politicamente sem crer que a atual democracia representa os interesses da maioria. E, em busca de um modelo mais amplo e representativo, a futura geógrafa – lembrada pelo caminhar cheio de certezas e a já conhecida argola no nariz – delineia as coordenadas do primeiro movimento político formado por chilenos que eram jovens demais nos anos de repressão.

Arquivo FECH


Camila diz que por ser mulher precisou “aguentar coisas que colegas homens jamais precisaram”

Camila Vallejo Dowling, filha de Reinaldo Vallejo e Mariela Dowling – membros do Partido Comunista perseguidos na ditadura –, se destaca como uma das principais líderes da CONFECH (Confederação dos Estudantes do Chile), órgão recém criado para congregar as diversas federações estudantis responsáveis pela chamada “primavera estudantil chilena” e quer alimentar um movimento social que, segundo ela, já ultrapassou o âmbito meramente educacional.

Após realizar três megamanifestações em frente ao Palácio de La Moneda – a maioria com mais de 150 mil pessoas em Santiago – Camila se tornou a primeira figura política de destaque nacional de uma geração que era considerada apolítica e desinteressada, qualificações rejeitadas por ela. “A ditadura gerou um grande contingente de jovens apolíticos, educado através do medo, mas os que se manifestam hoje são outros. Após aquela geração, surgiu uma juventude muito forte, ainda que inexperiente. Ela é mais crítica e quer recuperar a política com ideias mais amplas; quer outra democracia”, afirma a militante, dona de um olhar reto, direto, frequentemente confundido com braveza.

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Camila preside a FECH (Federação dos Estudantes da Universidad de Chile). Quando os estudantes de diferentes federações estudantis reuniram sua indignação e criaram a CONFECH, em maio deste ano, ela rapidamente se impôs como porta-voz e foi o rosto das primeiras marchas e manifestações realizadas pelo movimento, que combate o lucro nas instituições educacionais chilenas e pede o retorno da educação pública gratuita e de qualidade. Isso porque, no Chile, escolas e universidades chamadas públicas cobram mensalidades.

Uma “primavera” que floresceu num dos outonos mais frios do país nos últimos anos. A temperatura já flertava com os graus negativos no começo do mês de maio quando o atraso nas bolsas de estudos concedidas pelo Ministério da Educação terminou com a paciência de milhares de pais e estudantes ao longo do país.

Arquivo FECH

Uma das manifestações reproduziu a coreografia de “Thriller”, de Michael Jackson

Foi quando Camila e a CONFECH se tornaram protagonistas e os estudantes incrementaram as marchas e protestos bem humorados, com “beijaços” e coreografias em grupos. Eventos que conseguiram derrubar o ministro Joaquín Lavín e contribuíram para a queda da popularidade do presidente Sebastián Piñera, além de mudar a percepção da sociedade sobre a politização dos jovens no país. Segundo o Servel (Serviço Eleitoral do Chile), o número de inscritos para as eleições dentro da faixa etária entre 20 e 30 anos variou negativamente nos últimos cinco anos.

No entanto, os que se manifestam não encontram espaço na política devido ao sistema eleitoral — binominal –, que favorece a continuidade e dificulta a renovação geracional.  Para Camila, os governantes chilenos têm facilidade para corromper a democracia real, “mas os novos espaços de participação popular estão sendo criados, nas redes sociais, por exemplo, e no fim, essa geração que está criando espaços vai fazer com que as barreiras geracionais acabem sendo derrubadas pelo próprio peso.”

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Machismo

Após os primeiros atos, os meios de comunicação apontaram os holofotes sobre Camila, mas frequentemente destacando sua beleza física, em detrimento das qualidades intelectuais. “Tive de aguentar coisas que colegas homens jamais tiveram de enfrentar”, diz, para depois destacar que o impacto do movimento na sociedade relegou esse rótulo machista sobre as mulheres a um segundo plano: “Vejo isso com bons olhos”.

Ela comemora também a possibilidade de um maior intercâmbio político entre estudantes da região sul-americana. “Na medida em que os países fortalecerem a unidade regional, os movimentos estudantis também o farão. Pretendemos comparecer ao CLAE (Congresso Latinoamericano e Caribenho de Estudantes)”.

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Camila é militante do Partido Comunista, mas destaca que a confederação que representa agrega estudantes de diferentes vertentes políticas e que a disposição por mudanças no país é equivalente entre todos. “O nefasto desempenho das políticas educacionais da Concertação, que defendeu o modelo instaurado por Pinochet, ajudou a nossa causa a unir forças, e agora, com a direita de volta ao poder, querendo reforçar a privatização do sistema e o lucro das instuições, ficou mais fácil reunir pessoas insatisfeitas”, analisa.

Em um congresso estudantil realizado em Punta Arenas, no extremo sul do Chile, Camila e a CONFECH começaram a confeccionar o que denominaram “um Grande Acordo Social para a Educação”, em clara resposta ao GANE (Grande Acordo Nacional para a Educação) lançado há duas semanas por Piñera e recusado pelos estudantes. Segundo eles, ele legaliza o lucro e aprofunda o atual modelo de educação. “Pretendemos levar essas propostas ao Executivo e ao Legislativo. Vamos batalhar para que elas sejam aceitas nessas instâncias. Para isso também contamos com o apoio já observado pelos trabalhadores e pela sociedade em geral”, finalizou Camila.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br

Somos todos bombeiros!

Foto: Marcos de Paula/Agência Estado.

“O Rio de Cabral: para o Maraca, 1 bilhão; para campanha eleitoral, 10 milhões; para professores/funcionários, bombeiros e servidores em geral, desprezo. Nas tragédias do Bumba e Serrana, Cabral dizia que garra de bombeiros era heróica. Quando reivindicam com força, são ‘vândalos'” [Chico Alencar].

Eu visto vermelho em apoio aos bombeiros!

Espalhe essa campanha! Saia de roupa, fita no carro, bandeira vermelha na janela e proteste também! Mande mensagem para amigos pelas redes sociais, email, torpedo. Vamos mostrar ao desgovernador Cabral quem é vândalo!

 

 

 

Morre Abdias do Nascimento, grande lutador da causa negra

Faleceu nesta manhã de terça, 24, no Rio de Janeiro, o escritor Abdias do Nascimento. Poeta, político, artista plástico, jornalista, ator e diretor teatral, Abdias foi um corajoso ativista na denúncia do racismo e na defesa da cidadania dos descendentes da África espalhados pelo mundo. O Brasil e a Diáspora perdem hoje um dos seus maiores líderes.A família ainda não sabe informar quando será o enterro. Aos 97 anos, o paulista de Franca, passava por complicações que o levaram ao intermanto no último mês. Deixa a esposa Elisa Larkin, o filho e uma legião de seguidores, inspirados na sua trajetória de coragem e dedicação aos direitos humanos.
Fonte: http://observatoriodoracismovirtual.blogspot.com/2011/05/morre-abdias-do-nascimento-guerreiro-do.html

Retirado da Wikipedia:
Abdias do Nascimento (Franca, 14 de março de 1914) é ex-político e ativista social brasileiro.
É um dos maiores defensores da defesa da cultura e igualdade para as populações afrodescendentes no Brasil, intelectual de grande importância para a reflexão e atividade sobre a questão do negro na sociedade brasileira. Teve uma trajetória longa e produtiva, indo desde o movimento integralista, passando por atividade de poeta (com a Hermandad, grupo com o qual viajou de forma boêmia pela América do Sul), até ativista do Movimento Negro, ator (criou em 1944 o Teatro Experimental do Negro) e escultor.
Após a volta do exílio (1968-1978), insere-se na vida política (foi deputado federal de 1983 a 1987, e senador da República de 1997 a 1999), além de colaborar fortemente para a criação do Movimento Negro Unificado (1978). Em 2006,em São Paulo, criou o dia 20 de Novembro como o dia oficial da consciência negra. Recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Brasília. É autor de vários livros: “Sortilégio”, “Dramas Para Negros e Prólogo Para Brancos”, “O Negro Revoltado”, e outros.
Foi Professor Benemérito da Universidade do Estado de Nova York e doutor “Honoris Causa” pelo Estado do Rio de Janeiro, grande militante no combate à discriminação racial no Brasil.
Foi casado com Maria de Lurdes Vale Nascimento. Mas tarde casou-se com Genilda Cordeiro. Depois com a atriz Léa Garcia, com quem teve dois filhos, e pela pela quarta vez com a norte-americana Elizabeth Larkin Nascimento, com quem teve um filho.
Fonte: http://zumbidospalmares-cp.blogspot.com

Prefeitura de Caxias reprime ato contra o aumento das passagens

O ato que ocorria normalmente e pacificamente desde janeiro, sofreu repressão dos fiscais da prefeitura nesse sábado, que obrigou, chamando força policial, que retirássemos nossa tenda no local.
A mesma prefeitura que não fiscaliza hospitais lotados, filas nos ônibus com horários irregulares e escolas degradadas. Esse é o jeito Zito de governar, que se levanta defendendo interesses dos empresários, com o nome de ‘ordem pública’. A verdadeira ordem é ter escolas, hospitais, transportes, cultura, meio ambiente e emprego para todos, Sr. prefeito!

Veja a intimação dada pelos fiscais da prefeitura na repressão e o vídeo relatando o acontecido no momento:

Repare que o documento é da secretaria de fazenda. Reprimindo manifestações?

‘Ora direis, ouvir estrelas, certo perdeste o senso
Eu vos direi no entanto:
Enquanto houver espaço, corpo e tempo e algum modo de dizer não
Eu canto’ [Divina comédia humana – Belchior]
Não vamos parar o ato! Vamos juntos! Fortaleça a luta por uma Caxias de Cara Nova!

Itaú tem lucro recorde beneficiado pela política econômica e demissão em massa

Dia Nacional de Luta no Itaú-Unibanco em Duque de Caxias

Sindicalistas no interior da agência Itaú
Sindicalistas no interior da agência Itaú / Foto: CaxiasDigital

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, percorreu todas as agência do Itaú-Unibanco do Centro de Duque de Caxias, neste Dia Nacional de Luta contra as demissões no banco.

Se utilizando de carro de som cedido pelo Sindicato da Construção Civil (SITICOMMM) para falações na área externa das agências, distribuindo carta aberta aos funcionários e clientes, além de falações no interior das unidades, os dirigentes sindicais denunciaram as demissões em massa que vem ocorrendo no Itaú-Unibanco.

Apesar de anunciar mais um lucro recorde no primeiro trimestre de 2011, o banco, só na Baixada Fluminense, demitiu até o mês de maio quase cinqüenta bancários e bancárias, cujo principal perfil é de lesionados e com mais de vinte anos na empresa. A população foi conclamada a apoiar o movimento, pois a redução do número de funcionários nas agências terá um impacto negativo no atendimento, onde clientes usuários terão que
perder mais tempo nas filas.

O Sindicato reivindicou a suspensão imediata do processo demissional, a reversão das demissões já efetuadas, a contratação de mais funcionários para atender melhor a
população e a extinção do assédio moral para cumprimento das metas abusivas. A receptividade entre os bancários e a população foi amplamente positiva.

Fonte: http://www.caxiasdigital.com.br/

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