AGROFLORESTAR: alternativa sustentável para a agricultura, sem destruir o planeta

Agroflorestar, apresenta a fascinante trajetória dos agricultores de Barra do Turvo, no Vale do Ribeira. Originalmente trabalhando com a derruba e queima, suas terras já estavam desgastadas. O filme mostra como a introdução do sistema agroflorestal revolucionou a vida de mais de 100 famílias. Hoje quase 17 anos depois do inicio do Cooperafloresta, através do projeto Agroflorestar, as ideias de uma agricultura florestal sustentável chegaram ao MST, aonde em áreas degradadas pela monocultura, florestas de alimentos estão sendo plantadas. Como Seu Zaqueu disse no filme: “o MST tem a tecnologia de ajuntar gente, e a Coopera tema tecnologia de ajuntar plantas.” De forma positiva o filme demonstra como podemos ter uma alternativa sustentável para a agricultura, sem destruir o planeta.

Projeto agroflorestar 1

Agroflorestar, Sprouting a world of love, harmony and abundance.
Film showing the trajectory of farmers Cooperafloresta, and now through the project Agroflorestar ,MST(workers without land) settlers who are implementing this technique aswell. Planting food forests.

Projeto agroflorestar 2

Veja como votaram os deputados federais do RJ em relação ao Novo Código desFlorestal

Como fazer uma horta vertical com calha de PVC

Para fazer essa horta, dê preferência à materiais reciclados, restos de uma reforma, ou peça para alguém que terminou uma obra recentemente.

Lista do material necessário:

  • 1 calha de PV
  • 6 tampas ou acabamentos de PVC
  • 2 cabos aço de 1/8 pol. cortados na medida desejada
  • 6 rebites (veja na foto)
  • 2 ganchos para prender
Ferramentas:

  • Furadeira
  • Serra circular
  • Trena
  • Caneta para fazer a marcação
  • Nível
  • Protetor para os olhos

 

 

 

 

 

 

 

Para maiores informações, clique aqui (em inglês)

Veja também: Jardim de ervas dentro de canecas

Fonte: http://www.ideiasgreen.com.br

Pense de novo: Energia e novas tecnologias

Soluções para conter o aquecimento global na área de energia e novas tecnologias é o tema do último vídeo da trilogia Pense de Novo do WWF-Brasil. No mundo, o setor de energia é responsável por 37% de todas as emissões de gás carbônico, o que representa 23 bilhões de toneladas de CO2 lançadas por ano na atmosfera, ou seja, mais de 700 toneladas por segundo. Esse percentual coloca o setor de energia em primeiro lugar como emissor de gases de efeito estufa.
Por enquanto, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais limpas do planeta. Atualmente, 75% da energia elétrica gerada no país vêm de hidrelétricas. Entretanto, as termelétricas movidas a gás e petróleo têm ganhado espaço nos recentes leilões nacionais de energia. Se o Brasil optar por seguir o modelo energético das nações industrializadas, considerado mais poluente, o país contribuirá para agravar para os problemas relacionados às mudanças climáticas na Terra.

Entenda o Novo Código (des)Florestal

 

Nossos bosques

Por estes mortos, nossos mortos,
peço castigo.
Para os que salpicaram a pátria de devastação,
peço castigo.
… Para o verdugo que ordenou este crime,
peço castigo.
Para o traidor que ascendeu sobre o crime,
peço castigo.
Para o que deu a ordem de agonia,
peço castigo.
Para os que defenderam este crime,
peço castigo.
Não quero que me dêem a mão
empapada de devastação e de nosso sangue.
Peço castigo.
Não vos quero como Políticos,
tampouco em casa tranqüilos,
quero ver-vos aqui julgados,
nesta praça, neste lugar.

Quero castigo.

Pablo Neruda

8 de Dezembro: Dia do Ciclista – uma reflexão necessária

Crise urbana e de mobilidade + mobilização da sociedade foram os ingredientes fundamentais para a Holanda tornar-se um país referência em relação as ciclovias. No Brasil só falta a mobilização dos que reclamam e sofrem todos os dias com o transporte público… Vale assistir o vídeo e perceber em que fase da história estamos em relação aos holandeses:

‎’Tem que fazer muita reciclagem para o nosso Brasil ficar cada vez melhor”

Um movimento que começou na Estônia e que prevê mutirões de limpeza em grandes cidades chega ao Brasil. O desafio é convencer as pessoas a só jogar lixo no lixo, fazer a coleta seletiva e valorizar o trabalho dos catadores. Em Brasília, foram recolhidas 60 toneladas de resíduos em um único dia de atividades. Ao todo, foram montados 29 postos de coleta no Distrito Federal.

Bem que essa galera poderia fazer uma ação dessa aqui, em Duque de Caxias. Nossa cidade carece de consciência e participação em questões sócio-ambientais.

Veja outros vídeos / temas: http://www.youtube.com/user/MomentoAmbiental

Ambiental e seu lixo: zero de respeito ao meio ambiente!

Fui convidado por moradores, que me ligaram em desespero, a visitar o bairro Figueira, em Duque de Caxias. Mais precisamente nos arredores da empresa AMBIENTAL LIXO ZERO. O que vi, ouvi e senti foi aterrorizante, indigno: um mau cheiro insuportável, essa empresa é um deposito de lixo constante, com chorume no chão, trabalhadores sem equipamentos básicos, desrespeito aos moradores vizinhos que, após a instalação dessa empresa, têm sua saúde e bem estar violados pelo constante e terrível mau cheiro. Só para que o leitor tenha uma ideia, eu fiquei pouco menos de 3 (três) horas no entorno da empresa, ouvindo relatos desesperados dos vizinhos e sai dali com ardência nas vias nasais e dor de cabeça. Fico imaginando aquela população que é obrigada a suportar aquilo todos os dias, com esse martírio já durando anos. Infelizmente a prefeitura de Duque de Caxias, através da sua secretaria de meio ambiente, está omissa em relação ao caso, transferindo a responsabilidade para o Ministério Público, este, por sua vez, também prorroga o prazo de funcionamento daquele lixão que se chama empresa por sucessivas vezes.

Os moradores organizaram abaixo-assinado, tentaram diálogo com a empresa, buscaram a prefeitura, a Justiça e nada. Cabe agora, ampliarmos a denuncia para que toda Duque de Caxias saiba desse desrespeito ao meio ambiente e a saúde dos moradores da Figueira.

Fiz algumas fotos e vídeos do local e da mobilização. Peço, sensibilizado com o que vi e senti, que repassem essa notícia com toda força e meios que puderem. A dignidade e bem estar dessa gente já tão sofrida pela carência de serviços públicos básicos – como rua calçada, por exemplo – precisa ser amenizada com a interdição desse lixão travestido de empresa.

É hora da prefeitura e demais governos, tomar vergonha na cara e, além de impedir que aquela empresa funcione, trate aqueles moradores como cidadãos e restaure a dignidade violada pela quase total ausência de políticas públicas. Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça! Quem tem coração para partilhar, que compartilhe!

 

Uma das diversas residências que divide muro com a empresa do mau cheiro.

Moscas, ratos e baratas se proliferam no entorno da empresa Ambiental Lixo Zero

Denuncia de proliferação de mosquitos e casos de dengue, inclusive com mortes

Autorização de funcionamento dada no governo anterior

O desrespeito da empresa com a comunidade e o meio ambiente. Com possui licença?

Prefeitura já deu auto de interdição e depois liberou a empresa para funcionar, sendo que esta não mudou nada. Perguntar o por que ofende?

Abaixo assinado dos moradores contra os desmandos dessa empresa na Figueira

Lixo de tudo quanto é tipo e chorume no pátio da empresa Ambiental Lixo Zero

Vídeos:

Veja em que condições as pessoas trabalham com lixo nessa empresa:

Publicação mostra que ação humana foi responsável por deslizamentos no Rio

Publicação lançada nesta terça-feira (21) ajuda, pela abordagem técnica e por uma gigantesca documentação em imagens, a desmontar falsos argumentos sobre necessidade de manutenção das reservas legais e das áreas de preservação permanente (APPs). O livro “Áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação X Áreas de Risco – o que uma coisa tem a ver com a outra” é o relatório de inspeção da área atingida pela tragédia das chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro no último verão. Foi publicado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) com o apoio do WWF-Brasil e outras organizações.

As conclusões são estarrecedoras. Os técnicos do MMA avaliaram 657 deslizamentos ocorridos numa área de 6 mil hectares. Constataram que 92% dos acidentes foram ocasionados por ocupações indevidas das áreas. Nos restantes 8% dos casos não foi possível identificar a pressão antrópica como causadora dos deslizamentos.

De acordo com o coordenador do estudo, Wigold Schaffer, as áreas mais afetadas são exatamente aquelas que o Código Florestal determina que devem ser preservadas e que a reforma em tramitação no Congresso permite o desmatamento: margens de rios, encostas com alta declividade e topos de morro.

“A constatação é que as áreas protegidas são as que oferecem riscos quando ocupadas. O estudo demonstra que a intervenção antrópica contribuiu para os resultados que ocasionaram em perdas humanas e patrimoniais”, disse.

Schaffer contou que as áreas de agricultura consolidadas em APPS – que a proposta de reforma do Código Florestal quer manter desmatadas – também foram muito atingidas. Além da perda da lavoura, da safra e do solo, houve ainda a morte de cerca de 40 agricultores que construíram suas casas dentro de APPs.

De acordo com o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, a publicação é “fundamental para desmontar falsas retóricas”, mostrando que a raiz do problema está no uso indevido de áreas protegidas. “Esta publicação ajudará na mobilização da sociedade e colaborará para dar ao poder público a coragem para enfrentar desafios e responsabilidades nas discussões a respeito do Código Florestal”, disse Scaramuzza.

A reforma do Código Florestal, que tramita agora no Senado Federal, permite o desmatamento de APPs e de Reservas Legais e anistia todas as ocupações irregulares de APPs, desobrigando sua restauração.

Esse desmonte do Código Florestal vai na contramão de pesquisa de opinião feita pelo Instituto Datafolha. O levantamento mostra que a imensa maioria da população é contra as mudanças. Para 85% dos entrevistados, a prioridade deve ser a proteção das florestas e dos rios, e não a produção agropecuária. A pesquisa concluiu também que apenas 5% da população concordam com o perdão a desmatadores. Para 79% dos entrevistados, se a anistia for aprovada pelo Congresso, a presidente Dilma deveria vetar o perdão.

Também ontem, o MMA lançou o livro “Pagamentos por Serviços Ambientais na Mata Atlântica – Lições aprendidas e desafios”. O estudo reúne 78 iniciativas já em curso na Mata Atlântica. Os projetos contribuem para a restauração de matas ciliares, proteção e conservação da biodiversidade e ações de conservação e manutenção de recursos hídricos.

As publicações estão disponíveis na internet, pelo portal do MMA, ou podem ser acessadas nos links abaixo:

Fonte: http://www.wwf.org.br/